Infertilidade masculina: o mais importante é quebrar tabus e confirmar diagnóstico

  • 24/06/2022

São várias as causas da infertilidade masculina e ela tem o peso equivalente à feminina na dificuldade que o casal encontra para engravidar. Mas ainda é mais cercada por tabus As dificuldades do casal para engravidar têm causas relacionadas à mulher em cerca de 30% dos casos e ao homem em outros 30%. Em 30 % das vezes, ambos parceiros tem alterações e nos 10% restantes não se identifica a causa (infertilidade sem causa aparente). Por isso, é sempre importante avaliar ambos no processo de investigação da infertilidade. A principal diferença ainda é cultural: o homem resiste um pouco mais a ser avaliado, mas informação é importante para quebrar tabus. Só uma avaliação profissional pode nortear as alternativas para tratamento e exames clínicos e laboratoriais podem ser requisitados pelo médico. Conheça os principais: Espermograma O espermograma pode ser considerado como um dos exames mais comuns para determinar a infertilidade masculina. É realizado a partir da coleta de uma amostra do sêmen, via masturbação. Ele avalia a motilidade, aspecto morfológico e concentração dos espermatozoides, seguindo as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS). É um exame de fundamental importância, pois fornece informações para a avaliação da fertilidade do homem e busca definir se existe alguma razão física, genética ou imunológica que possa estar causando esta infertilidade. De forma geral, é o primeiro exame solicitado no início da investigação em Medicina Reprodutiva. Ele também pode ser realizado por homens que fizeram vasectomia com a finalidade de se avaliar o sucesso da cirurgia. Não invasivo, o exame é de fácil execução e tem custo reduzido, ao se comparar com os exames de investigação da infertilidade feminina. Há mais de um tipo de espermograma: o convencional, o Espermograma com capacitação espermática e o que é realizado para suspeita de ejaculação retrógrada, no qual a análise é realizada na urina. Infertilidade masculina: o mais importante é quebrar tabus e confirmar diagnóstico Divulgação Nidus Medicina Reprodutiva Ultrassonografia da bolsa testicular A ultrassonografia testicular é realizada por meio de um aparelho de ultrassom na região da bolsa escrotal do paciente. Com esse procedimento, é possível detectar anomalias como varicocele, alterações de volume testicular, presença de hidrocele ou nódulos nos testículos. Análise hormonal A dosagem hormonal é feita via exame de sangue. Há casos em que baixos níveis de testosterona no homem associam-se aproblemas na produção de espermatozoides e são relacionados a um estímulo inadequado dos testículos pelos hormônios hipofisários, por exemplo. Alterações dos hormônios da tireoide e da prolactina também podem comprometer a fertilidade masculina. O uso de terapia hormonal adequada, acompanhada por um médico endocrinologista, está indicada nestes casos. Análise de espermatozoides na urina A coleta de urina permite avaliar a fertilidade masculina quando há suspeitas de ejaculação retrógrada. Normalmente, o sêmen é conduzido ao ambiente externo por meio da uretra. Mas em casos de ejaculação retrógrada, esse sêmen acaba sendo conduzido para a bexiga. Essa condição pode ter sido causada por traumas mecânicos, neurológicos ou mesmo por efeitos colaterais de algumas medicações ou complicação de alguma cirurgia. A infertilidade no homem pode estar representadas por baixa concentração de espermatozóides (oligozoospermia), alteração da motilidade dos espermatozóides (astenozoospermia), formato anormal (teratozoospermia) ou por uma associação alterações. As causa destas alterações no semen é desconhecida em 50% das vezes, mas deve ser investigada pela história pessoal (doenças sistêmicas, infecções, cirurgias e traumas testiculares, uso de medicamentos), história familiar, exame físico, hormonal e ultrassom da bolsa escrotal, além de exames genéticos. Alterações na produção dos espermatozóides podem também estar relacionadas com alguns hábitos de vida, os quais provocam, ao longo do tempo, doenças. Agentes poluentes industriais e do meio ambiente têm sido relacionados com alterações de fertilidade e aumento da incidência do câncer testicular. Além de todas as técnicas disponíveis, a Clínica Nidus conta com especialista em Urologia em sua equipe. Dr. Newton Ferreira também conta com mais de 20 anos em experiência na assistência aos casais inférteis Kempton Vianna Os principais fatores de risco para a infertilidade masculina são: Medicamentos (imunossupressores, anabolizantes, antiandrógenos): drogas e toxinas podem alterar a produção de espermatozoides. A quimioterapia e a ingestão de anabolizantes podem provocar a parada da produção de hormônios, afetando, a produção de espermatozoide.; Drogas (maconha, cocaína, álcool, heroína): provocam a diminuição da secreção da testosterona e da produção de espermatozoides; Doenças infecciosas (tuberculose, doenças sexualmente transmissíveis): podem causar obstruções parciais ou totais da via seminal; Doenças crônicas: a Diabetes Mellitus pode determinar lesões neuropáticas, causando à ejaculação retrógrada e alteração de outros órgãos relacionados à reprodução. Fatores imunológicos (biópsia testicular, trauma, vasectomia): trauma, infecções e alguns procedimentos cirúrgicos, podem produzir anticorposanti-espermatozoides. Alterações hormonais: o hipo ou hipertireoidismo, hiperprolactinemia e hipogonadismo, podem afetar o eixo hipotálamo-hipofisáriogonadal, levando a infertilidade; Alterações genéticas: 10% a 15% dos pacientes com azoospermia não obstrutiva apresentam deleções no cromossoma Y. Os pacientes inférteis apresentam risco aumentado de anormalidades nos cromossomos 1, 13, 21 e Y, resultando em um grande número de espermatozoides aneuplóides. Varicocele: A presença de varizes na bolsa escrotal pode elevar a temperatura local, prejudicando a produção de espermatozóides. Além de: obesidade; fatores ocupacionais e ambientais (calor, radiação, metais pesados), estresse, tabagismo e idade avançada. Responsável técnico: Fernanda Polisseni CRM MG 28219

FONTE: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/especial-publicitario/nidus-medicina-reprodutiva/fertilidade-em-foco/noticia/2022/06/23/infertilidade-masculina-o-mais-importante-e-quebrar-tabus-e-confirmar-diagnostico.ghtml


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